A diplomacia do vinho – Safras e safras de Relações Internacionais

A diplomacia do vinho – Safras e safras de Relações Internacionais

Fernando Cesar Barros da Gama, geógrafo e enólogo

 

Historicamente, no período de vigência do sistema Westfaliano, o vinho aparece inicialmente com destaque nas relações internacionais com a assinatura do Tratado de Methuen, entre Portugal e Inglaterra. Segundo esse tratado, que recebe também a denominação de Tratado dos Panos e Vinhos, o governo português se comprometia a dar exclusividade às compras de tecidos britânicos, e, em troca, o mercado inglês se tornaria também exclusivo para seus vinhos, como explicita o trecho citado em Marques (1998), “I. Sua Majestade El Rey de Portugal promete tanto em Seu proprio Nome, como no de Seus Sucessores, de admitir para sempre daqui em diante no Reyno de Portugal os Panos de lã, e mais fábricas de lanificio de Inglaterra (…) II. He estipulado que Sua Sagrada e Real Magestade Britanica, em seu proprio Nome e no de Seus Sucessores será obrigada para sempre daqui em diante, de admitir na Grã Bretanha os Vinhos do produto de Portugal.”
Ocorre que a Inglaterra experimentava a primeira Revolução Industrial, que se baseou no carvão mineral como fonte de energia e, na indústria têxtil, como molas propulsoras de seu desenvolvimento, tornando-se assim a primeira potência industrial do mundo. Apesar da força política e econômica dos que estavam vinculados à produção de vinho ser grande, o comprometimento com o tratado de Methuen é apontado por historiadores como o principal fator impeditivo ao desenvolvimento industrial português, que viu suas reservas de ouro financiar, ao menos em parte, a industrialização inglesa. O Brasil, por extensão, vai sofrer as consequências dessa estratégia portuguesa, pois, enquanto colônia, foi obrigado a abrir mão de qualquer iniciativa industrial sob pena de perdimento e multas em caso de desobediência aos ditames da Coroa, que estabeleceu tal proibição através do Alvará de Dona Maria I, de 1785. Assim, a atividade industrial vinícola do Brasil Colônia sofre um retrocesso. No século XVI, o fidalgo Brás Cubas foi o precursor da atividade vitivinícola. No Nordeste açucareiro sob domínio holandês, Maurício de Nassau fez constar no brasão das armas o desenho de cachos de uva, dada a importância do vinho.
A Espanha também vai se valer de seu poder como metrópole para impedir a expansão da indústria vitivinícola no México, eliminando a concorrência ao obrigá-lo a arrancar suas videiras. A Argentina sofreu as mesmas restrições da Espanha.
Desde o século XIX, baseadas em argumentos morais e religiosos, várias lideranças políticas e religiosas dos Estados Unidos defendiam que as bebidas alcoólicas deveriam ser amplamente combatidas pelo governo. Em 1917, essa possibilidade ganhou novos reforços, pois os EUA entraram na Primeira Guerra Mundial contra as tropas alemãs e austro-húngaras. Entre várias razões havia justificativa nacionalista: consumir cerveja e vinho (bebidas típicas dos alemães) era um ato antipatriótico. Em 1920, foi decretada a Lei Seca, que vigorou até 1933.
Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas vinícolas francesas foram saqueadas para impedir suas exportações ou, ainda, para atender os interesses econômicos de comerciantes alemães em monopolizar seu comércio. Obrigados a fornecer vinhos para a Alemanha, os franceses adulteravam os rótulos para manter os originais escondidos em fundos falsos nas caves. Segundo Kladstrup (2002), não se podiam mais vender os vinhos para a Grã-Bretanha ou para os Estados Unidos. Estava tudo bloqueado. Não havia escolha: ou se vendiam os vinhos para os alemães ou teriam de jogá-los no rio Gironde. O trajeto das ferrovias, por sua vez, em cujas locomotivas se transportavam grandes quantidades de garrafas de vinho, era indicador de onde se localizavam tropas alemães. A defesa do vinho, símbolo cultural para o povo francês, era vista como tão importante quanto defender a própria soberania nacional.
No pós-guerra, uma nova ordem internacional foi inaugurada, expressa pela bipolaridade político-ideológica. Naquele momento, se desenhou um novo arranjo nas relações internacionais. Diante da debilidade econômica dos Estados europeus, a geopolítica da França, já na década de cinquenta, elabora o projeto do Mercado Comum Europeu, organismo multinacional que evoluiu para a atual União Europeia.
O embrião do projeto foi o pacto franco-germânico para que, juntos, superassem diferenças. Inicialmente, a organização contou com seis países; atualmente, com a Brexit, 27 membros. O impacto na qualidade da produção de vinhos nos países mediterrâneos foi sensível e, segundo Johnson (2008), a União Europeia teve um profundo efeito na evolução da indústria do vinho através de maciça transferência de capital do norte para o sul. A qualidade de muitos vinhos de Portugal, Espanha, Sul da Itália e Grécia foram transformados por essa política de investimentos.
Na guerra fria, sob a influência e o domínio da então URSS, o Leste Europeu experimentou a sovietização com a imposição do socialismo real. Noutros Estados, como China e Cuba, construiu-se o socialismo por via revolucionária. A moral socialista pregava determinados hábitos e rotinas comportamentais considerados essenciais para o convívio social de seus cidadãos e, obviamente, que interessassem à manutenção da ordem. E isso incluía o consumo do álcool, tanto em caráter radical-proibitivo como moderado; sendo, porém, controlado pelo Estado.
O vinho, assim como qualquer outra bebida alcoólica, era visto como inimigo do sistema político e da produção econômica. Quando, na metade da década de 1980, o socialismo real começou a mostrar sinais de crise na URSS, o governo reformista de Mikhail Gorbachev lançou uma campanha oficial para reduzir a produção e o consumo de bebidas alcoólicas. Para Philips (2003), as destilarias, cervejarias e vinícolas foram fechadas (…) os vinhedos de regiões importantes, como a Geórgia, foram destruídos e a extensão total de uvas foi reduzida em cerca de um quarto.
Além da Geórgia, a Crimeia, à época localizada na Ucrânia, também sofreu um forte baque na produção vitivinícola. Ainda segundo Philips (2003), em 1940, a produção de vinho da URSS era de dois milhões de hectolitros… em 1970, chegou a 27 milhões, dando um salto significativo para 32 milhões em 1980. Cinco anos depois da medida (proibição do consumo), a produção tinha voltado aos níveis de 1970.
Na mesma linha de raciocínio da via de mão-dupla da política, se o apartheid prejudicou as exportações de vinho da África do Sul assim como o desenvolvimento do setor vitivinícola, sua revogação provocou uma retomada na produção e exportação sul-africana, com forte injeção de capital nacional e internacional.
As mudanças político-econômicas pós Deng Xiaoping, trouxeram a China de volta para a posição de um dos principais mercados consumidores e produtores de vinho.
Nos países, que surgiram com o fim da URSS, cria-se uma esperança de retomada da produção pelos países independentes, e isso já se observa, na prática, na Rússia, Geórgia, Azerbaijão, Ucrânia, Moldávia e Armênia. Do Leste Europeu se destacam Romênia, Bulgária, República Tcheca, Eslováquia e Hungria – terra do vinho Tokaji – da ex-Iugoslávia, a Sérvia, Croácia e Eslovênia. Na previsão para 2015 do ranking dos 22 maiores produtores de vinho do mundo, segundo a Organisation Internationale de la Vigne et du Vin, nove se encaixam nessa categoria (África do Sul, China, Rússia, Romênia, Hungria, Sérvia, Bulgária, Moldávia e Geórgia).
Na arena internacional, começam a surgir questões polêmicas que envolvem o consumo de vinho. Um episódio, que mereceu destaque, foi o “incidente” ocorrido por ocasião da visita do presidente do Irã à França. Para que fosse cumprido todo o protocolo diplomático que envolve a visita de um chefe de Estado, deveria ser realizado um jantar de confraternização entre os membros da comitiva da França e do Irã. O primeiro país tem no vinho um elemento de sua identidade cultural. Já o segundo, seguindo os preceitos de Maomé estabelecidos no Al Corão, não se deve consumir bebidas alcoólicas, quaisquer que sejam, principalmente o vinho. Diante do impasse, o caráter formal do encontro foi reavaliado para que não deixassem de ser cumpridos os protocolos. Tal situação aparece citada por Philips (2003) em outubro de 1999, os planos para uma visita de Estado do presidente do Irã à França, foram abandonados por causa de uma disputa sobre o vinho que seria servido no jantar oficial. Invocando a lei islâmica. O presidente disse que não beberia vinho e não se sentaria a uma mesa, em que o vinho fosse servido. Por seu lado, as autoridades francesas disseram que um jantar sem vinho – vinho francês – seria impensável. O jantar foi cancelado, alterando o protocolo oficial.
Em 2003, o então presidente Lula fez uma visita oficial a alguns países árabes, onde cometeu uma gafe: no jantar oferecido a ele pelo presidente sírio, Bashar al Assad, o brasileiro leu seu discurso até o final e pediu “um brinde à felicidade do presidente anfitrião. No jantar, eram servidos somente suco e água. O brinde foi cancelado. Ainda em 2003, a invasão norte-americana ao Iraque, sem o aval da ONU, teve a oposição da França, contrária a essa decisão unilateral do governo Bush, considerando desrespeito à soberania. Como resposta, cidadãos norte-americanos deram início a uma onda antifrancófona nos EUA. Além de mudarem o nome de french fries (batatas fritas) para freedom fries (fritas da liberdade) fizeram propaganda estimulando o boicote ao consumo de vinhos franceses.
Outra questão importante é o acirramento de posições ou radicalismo, que se verifica em alguns países onde o islamismo é predominante. No Irã, por exemplo, o consumo, produção e comercialização de vinho são proibidos pela sharia local. Um caso individual chamou a atenção da imprensa: a compra da bebida foi o motivo alegado para a prisão da jornalista Roxana Saberi, que possuía dupla nacionalidade: americana e iraniana. Essa decisão de Teerã poderia ter sérias implicações para as relações entre os dois países, em um momento em que Obama tentava uma reaproximação com o governo iraniano. Tal situação é citada por Gama (2010) ao dizer que a jornalista foi condenada como espiã, tendo a compra de vinho servido como pretexto e prova material irrefutável. O caso da jornalista repercutiu internacionalmente, e o presidente americano, Barack Obama interveio. À luz desses exemplos, cabe analisar outra referência teórica que está presente em Huntington (1996) em sua obra Choque das Civilizações, em que aponta que o mundo, após a Guerra Fria, caminha para uma divisão entre nove grandes civilizações. Acrescenta ainda que a maior polarização se dará a partir do embate entre os mundos judaico-cristão ocidental e o islâmico oriental. Segundo o autor, os elementos centrais de qualquer cultura ou civilização são o idioma e a religião. Se uma civilização está emergindo, deveria haver tendências em direção ao surgimento de um idioma e de uma religião universais. Bastante criticado no mundo ocidental, sua teoria foi bem acolhida no mundo islâmico, que viu a oportunidade de confirmar sua desconfiança destacada por Lacoste (2007) de que o Ocidente (ou o que eles chamam de mundo judaico-cristão), teria como projeto único o de perverter, depois destruir o mundo muçulmano, atacando o Islã.

Em contrapartida, na tentativa de contornar ou minimizar tais preceitos, que criam obstáculos ao comércio do vinho, o caso da Tunísia é original: uma vinícola italiana Calatrasi planta em solo tunisiano e processa a vinificação na Sicília. No Marrocos, a produção vitivinícola é antiga, da época do Império Romano. O país é de maioria islâmica, apresentando um passado de forte ligação cultural e histórica com os franceses. Os vinhedos crescem com certo apoio do governo e o interesse de enólogos franceses, desde o fim do século XIX. Vinícolas como a Thalvin e do Domaine de la Zouina se destacam. A influência francesa é tamanha que gerou a criação de algumas áreas vitivinícolas do país com o selo de Denominação de Origem.
Na Turquia, há regiões com grande potencial vinícola. O país tem a quarta maior área plantada de uvas no mundo, porém menos de 3% são dedicados à vitivinicultura. Até a chegada do Islã, por volta do século VII, certos vinhos de maior qualidade do mundo vinham dali. Nos anos vinte, do século passado, quando Kemal Ataturk fundou a moderna república laica turca, uma de suas medidas de ocidentalização do país foi tentar convencer as pessoas dos benefícios do consumo do vinho. Ele criou vinícolas estatais que tinham entre outros objetivos assegurar a sobrevivência de castas autóctones tais como Papazkarasi, Oküzgozü, Bogazkere e Kalecik Karasi – esta casta produz vinhos leves, comparáveis a um Beaujolais, e a casta branca Narince.
Atualmente, após a desestatização e o crescente interesse de uma nova geração de empreendedores turcos, as vinícolas estão visando ao mercado externo não só porque veem nele um interesse por novidades, bem como projetam sua inclusão oficial na União Europeia. Talvez, por isso a Gali, que tem vinhedos na península da Galípoli, aposte em cortes bordaleses. A iniciativa da Tunísia/Itália, citada anteriormente, pode servir de alternativa. Na Turquia, os principais produtores são Doluca e Kavaklidere. Verifica-se também a emergência de vinícolas tipo boutique.
Em 2009, a presidente da Argentina Cristina Fernández de Kirchner assinou um decreto que declara o vinho como a “bebida nacional”, afirmando que tal decisão responde não apenas às questões econômicas, mas que faz parte da identidade e da cultura nacional, ressaltando que, o vinho argentino é um honorável embaixador no mundo, que traz orgulho aos argentinos, que bebem no mercado doméstico os mesmos vinhos que exportam e que prestigiam o país em todos os continentes.

Conclusão
Ao longo da história da humanidade a atividade agroindustrial vitivinícola sempre foi objeto de interesse comercial, devido à boa aceitação do produto pelos mercados consumidores. Apesar de diversos autores tratarem da questão comercial do vinho, não foi encontrado aquele que tenha eleito as Relações Internacionais como viés de análise. Pode-se inferir que, nas relações internacionais, o interno e o externo estão cada vez mais imbricados. Verificou-se que o aprofundamento dos impactos e fenômenos internacionais nas sociedades domésticas apontou para uma necessidade de se criar uma disciplina acadêmica que se encarregasse de se debruçar sobre o internacional com base científica.
O vinho é usado nas relações entre Estados de diversas formas: seja como um bem material ou bem de significado cultural. Assim, notou-se que, no aspecto comercial, as políticas domésticas abrem espaço para um crescimento ou retração de seu comércio. Mudanças tais como dos sistemas político-econômicos, leis e acordos bilaterais ou multilaterais como nos casos do Tratado de Panos e Vinhos, Lei Seca nos Estados Unidos, da implementação do socialismo real e sua derrocada na URSS e Leste Europeu, abertura comercial da China sob o lema “um país, dois sistemas”, a adoção e fim da política segregacionista oficial do Apartheid na África do Sul, surgimento do novos países na Europa e Ásia pós-Guerra Fria, acordos bilaterais entre países islâmicos produtores de uvas vitiviníferas ou estímulo à produção de vinho para exportação para países europeus que possuem tradição na atividade vinícola e criação de blocos econômicos como a União Europeia, desenham um novo cenário nas relações comerciais entre os países produtores e/ou consumidores de vinho.
Quanto ao aspecto cultural, os conflitos na arena internacional, envolvendo o vinho recrudescem em períodos de guerras ou conflitos internacionais de interesse geopolítico mais específicos ou conjunturais. As sociedades, que consideram o vinho patrimônio cultural, são alvos de ataques externos, que se valem das tradições para retaliar, fragilizar, atingir e agredir, sem armas, o moral do inimigo. A França tem, no vinho, parte de sua identidade cultural, sendo reconhecido mundialmente. A Argentina personaliza oficialmente o vinho como honorável embaixador do país, considerando-o parte da identidade e da cultura nacional. Ao longo do tempo, esses componentes simbólicos, que são subjetivos, acabam por serem incorporados aos solos nacionais, como se eles fossem uma esponja, que os absorve, embebendo-se de tradição.
Conclui-se que, levando-se em conta os aspectos econômicos e culturais, o vinho é vulnerável e passível de manipulação para alcançar distintos interesses dos Estados na arena internacional, que refletem, direta ou indiretamente, no desenvolvimento da atividade vitivinícola, sua produção e consumo.

Agradecimentos à enóloga Josi Cardoso (mestre em Fitotecnia pela UFRGS), à Profa. Maria Eulália do Carmo (mestre em Relações Internacionais pela PUC Rio) e ao Prof. Carlos Eduardo (doutorando em Ciências Políticas pela UFF).

O autor é diretor-adjunto do Colégio Pedro II
fgama.geo@gmail.com
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